quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Não perca o seu galardão...



“Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer,


esse receberá galardão” (1 Coríntios 3.14).

Todas as obras que fazemos serão provadas, por isso, é bom ficarmos apercebidos. No Grande Dia, não importarão quão grandes coisas alguém considere que fez para o Senhor, mas, sim, o tipo de obra e material usado para sua realização. Deixar que o inimigo o engane, fazendo você acreditar somente na importância dos resultados, fará você ver que tudo o que fez foi desperdício, porque os fins não justificam os meios.

O Senhor é santo, e todos os Seus servos também devem ser como Ele (1 Pedro 1.16), por isso, esforce-se para não usar nenhuma ferramenta do maligno na consecução da obra de Deus. Ela deve ser feita conforme o modelo deixado por Jesus, o qual garantiu que a fazia como o Pai havia instruído (João 15.15). Visto que o Mestre demonstrou o modo correto de cumprir as ordens divinas, nenhum obreiro tem a desculpa de que não sabia como executá-las. A obra do Senhor tem de ser realizada de acordo com as orientações obtidas pela leitura bíblica e por escutar a pregação da Palavra de Deus (2 Timóteo 3.16,17).

Não é errado a pessoa desejar as coisas materiais, mas só depois de ter buscado o Reino de Deus e a sua justiça (Mateus 6.33). O servo de Deus nunca deve deixar-se envolver por algo que possa embaraçá-lo (2 Timóteo 2.4). Com honestidade e fidelidade à Palavra, construímos obras, as quais, sendo passadas pelo fogo, permanecerão. No entanto, as que forem realizadas com mentiras ou outras ferramentas infernais hão de se queimar. Também as obras fúteis não resistirão à grande prova.



Uma vez sabedores de que nossos feitos serão provados no fogo de Deus, por que trabalhar à toa ou enganar-se? O Senhor, que é justo, não permitirá que Seus servos utilizem algo que provenha do inimigo no serviço divino. Meu irmão, quem se deixa levar pelas aparências cai em tentação. Não faça algo apenas para não ficar mal diante dos outros ou ser aplaudido, pois isso é engano, e a pessoa que usa esse artifício esforça-se em vão.

Se as nossas obras se queimarem, sofreremos prejuízo. Assim como quem é decente e não quer ter problema com a Justiça não usa dinheiro falso, o servo de Deus deve esforçar-se para não sofrer perda alguma no Dia da prova. É melhor ter feito pouco, mas que passará na provação, do que ter feito muito e ver seu trabalho desfazer-se. Não use recursos falsos, mas faça a obra com as armas da justiça (Efésios 6.10-18).

Deus o levantou para ser a alegria dEle. Então, agrade-Lhe no Grande Dia. O Altíssimo teve prazer ao chamar Saul para ser o primeiro rei de Israel, mas, quando este prevaricou, o prazer do Senhor tornou-se um arrependimento. Que da sua vida não seja escrito nada semelhante a isso é a minha oração. Diga: “Amém!”.
Em Cristo, com amor,
R. R. Soares

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Nos desertos eu posso ver os atos de Deus...


Pode parecer estranho, mas o lugar onde estamos mais sensíveis para perceber os atos de Deus não é o lugar da bonança, mas, sim, o lugar do deserto. Muitos dos salmos de Davi foram escritos não no palácio, mas, no deserto. Moisés recebeu o seu chamado no deserto (Êxodo 3.1-2). Quando queria desistir de tudo, Deus levou Elias não à um lugar de maravilhas, mas, ao deserto do Sinai, ao monte Horebe (1 Reis 19). Quando o povo de Israel havia se tornado insensível, Deus decidiu que iria novamente levar o seu povo ao deserto para ali falar-lhe ao coração (Oséias 2.14). João Batista viveu no deserto, recebendo de Deus, até o tempo em que deveria se manifestar ao povo de Israel (Lucas 1.80). O apóstolo Paulo, logo depois da sua conversão no caminho de Damasco, viveu por três anos nos desertos da Arábia (Gálatas 1.17-18). Por diversas vezes, durante o seu ministério, Jesus se retirou para os lugares solitários a fim de orar, se relacionar com o Pai (Lucas 5.15-16).


O deserto é lugar de encontro com Deus e, portanto, lugar de ouvirmos aquilo que Deus tem para nos dizer. Às vezes corremos tanto, envolvemo-nos em tantas atividades, participamos em tantos ministérios, ouvimos tanta gente, que não conseguimos parar para ouvir a voz do nosso Amado. Temos tempo para todos, mas não temos tempo para estar com Aquele que é a razão da nossa vida e o motivo da nossa existência!


Aliás, muitas vezes, nem mesmo nos lembramos de que Deus existe e que está perto. Pelo contrário, por causa da nossa inteligência, capacidade, recursos, relacionamentos, habilidades, consciente ou inconscientemente, chegamos a pensar que somos bons, fortes, capazes, inteligentes e habilidosos. Nem nos lembramos de que Deus é quem opera tudo em todos e de que toda boa dádiva e dom perfeito vem do Pai das Luzes. Até que…


Até que, por sua providência, Deus nos leva para o deserto, que, nesse contexto, não é necessariamente um lugar geográfico, mas, sim, lugar de falta, de carência, de limitações, de sequidão, de quentura e de não-beleza. E, assim, quando nos encontramos mais fragilizados e menos confiantes em nós mesmos, nós nos encontramos com Aquele que, se de um lado, resiste ao soberbo, de outro lado, concede graça ao humilde. No deserto, tornamo-nos mais sensíveis aos atos de Deus.


É no deserto que percebemos que o nosso pão de cada dia é fruto não do nosso esforço, mas da bondade de Deus. É ali que percebemos que o nosso pão é e sempre foi pão do céu! É no deserto que percebemos que a água que bebemos, fonte de vida, nasce da Rocha, que é Cristo! É ali que entendemos que a provisão é sempre fruto de um milagre! E que as nossas roupas não gastam! E que a nossa saúde só pode ser preservada por Deus!


De repente, começamos a perceber que a nossa vida não é vivida por acaso, mas que é cheia de propósito. E que tudo o que temos (ou não temos); tudo o que somos (ou não somos); sim tudo nos é dado por Deus. Ali, naquele lugar, o nosso coração é convertido e se rende completamente aos cuidados do Criador. Ali, reconhecemos que só existe um único Deus, e que esse deus não somos nós mesmos; pelo contrário, é o Deus Triúno.


Por Gustavo Bessa

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Esvaziar é preciso...




Você tem o hábito de juntar objetos que são inúteis no momento,


acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar?
Tem o hábito de juntar dinheiro e não gastar,

pensando que no futuro poderá faltar?
Tem o hábito de guardar roupas, jogos, sapatos, móveis,

utensílios domésticos e outras coisas que já não usa há bastante tempo?
E dentro de você?...

Tem o hábito de guardar o que sente,

rixas ressentimentos, tristezas, medos, pessoas etc?

Não faça isso!

É anti-prosperidade.

É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida.

É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida para que a prosperidade venha.

Enquanto você estiver material e emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades.
Limpe as gavetas, os armários, seu quarto, a garagem de tudo que não é mais usado.
A atitude de guardar um montão de coisas inúteis amarra sua vida.

Não são os objetos guardados que estancam sua vida,

mas o significado da atitude de guardar.
Quando se guarda, se considera a possibilidade de falta, de carência.

Você acredita que amanhã poderá faltar

e que não terá meios de prover suas necessidades.

Com essa postura, estará enviando duas mensagens para seu cérebro e para sua vida:

1º... Você não confia que Deus suprirá suas necessidades!

2º... Bloqueia a chegada do novo e do melhor para você,

uma vez que se alegra em guardar coisas velhas e inúteis!
Portanto, não perca mais tempo.

Confie que o futuro só a Deus pertence

e que nada vai te faltar,

porque é Ele quem supre as nossas necessidades.





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terça-feira, 29 de setembro de 2009

...Por mim, mas por Ele!


"Faça-me um elogio e talvez eu não acredite em você.
Faça-me uma crítica e talvez eu deixe de gostar de você.
Ignore-me e talvez eu não o perdoe.
ENCORAJE-ME E EU NUNCA MAIS O ESQUECEREI."
Esta frase de William A. Ward acabou "casando" com aquilo em que eu estava realmente pensando "ENCORAJAMENTO"...

Gostaria que você tivesse um tempo para poder pensar nisso (encorajamento).
Acredito que há muitas e muitas pessoas espalhadas pela terra, que precisa apenas de um encorajamento para ganhar a corrida da vida. Creio que muitas destas pessoas aguardam apenas um aceno, apenas um sorriso, apenas uma atenção, um gesto de amor...

As vezes uma mão estendida, vale mais que milhões. Não sei se você conhece a história daquela mulher que havia gasto tudo o que tinha, mas seu problema de saúde ainda estava lá. Vejo nesta senhora tanta fé que chega a me surpreender e ter vontade de correr e fazer o mesmo... "tocar as vestes". Mas não era qualquer veste. NÃO ERA!
Havia alí um Homem no caminho daquela mulher, que sabia o que era rejeição,
Este homem sabia também o que era doar-se...

Como diz a Prª Ludimila em sua canção... (tentem imaginar)
"Uma a mulher correndo ao encontro de Jesus,
Sua vida escorrendo,
não havia o que fazer
Mais forte foi a sua fé
Ela ouviu e creu
A força que ainda tinha,
Ela tomou
e então,
rompeu
Venceu bloqueios e prisões
Tocou nas vestes de JESUS
Entrou no sobrenatural
E extraiu virtude,
cura
e poder de Deus..."

Precisamos de atitudes, mas também muitas vezes precisamos de encorajamento.
Jesus disse: "No mundo tereis aflições,
MAS LEMBRE-SE: Eu venci o mundo!"João 16:33


Pensar que pessoas são jogadas no esquecimento,
ou até então ignoradas isso me faz pensar em uma árvore sem folhas...

As vezes pensamos muito em nós mesmos e
esquecemos que pessoas, são importantes.
Uma vez uma pessoa especial me disse:
"pessoas são mais importantes que coisas"
Confesso que eu acreditei.


Amá-las creio que seja uma questão de honra.
Preciso de um encorajamento, mas também preciso encorajá-las.


by Ande

sábado, 19 de setembro de 2009

Faça tudo com muito amor... o perdão é necessário!...


O amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado. Romanos 5:5


Algumas pessoas dizem ou fazem coisas que o machucam,
mas você tem a habilidadedada por Deus para amar essas pessoas.
Uma boa forma de começar é seguir a bem conhecida regra de ouro.
Não é fácil. De fato, requer disciplina.
Mas Deus o ajudará se você realmente desejar fazê-lo.
A disciplina é sua amiga,
é a habilidade que Deus lhe dá para caminhar nos caminhos dEle.
Embora seja difícil, a disciplina é um desconforto temporário
que pode trazer alegria permanente ou prazer em longo prazo.

Se você é ferido e aprende a vencer isso,
terá uma valiosa ferramenta para ajudar os outros.
Deus nos conforta para que possamos confortar outras pessoas.
Aqui está a progressão:
somos feridos...
Permitimos que Deusnos cure...
Estamos prontos a socorrer os outros.

Ferida... Cura... Socorro!

É um processo que, literalmente, pode mudar sua vida
e a vida de muitas outras pessoas ao seu redor.

Faça tudo com amor.


Joyce Meyer

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

VOCÊ tem valor para Deus...


Parece existir uma lei onde o desejo determina um valor, pois muitas vezes há mais demanda do que oferta. Ex. uma cadeira no culto lotado é muito valoroso.
Quando algo tem muito valor, se apossa de grande parte do nosso coração, pois pensamos naquilo o tempo todo.
Muitas vezes nos tornamos até chatos, porque falamos o tempo todo naquilo e de como aquilo é importante na nossa vida. Esse algo se torna explosivo, se torna de grande valor.

Com Deus não é diferente. Você sabe o valor que você tem para o Senhor? Você vale mais que o mundo inteiro.

Nada é mais precioso para um pai do que o filho. Nada é mais precioso para Deus do que Jesus.

Deus comprou sua vida e o preço foi Jesus. Quando Deus entregou Jesus para comprar sua vida, Ele sabia que você valia a pena e que você tinha valor. Há muito valor em sua vida!

Salmo 47:8
“Deus reina sobre os gentios; Deus se assenta sobre o trono da sua santidade.”
Ninguém pode comprar a redenção de ninguém; só o sangue do Cordeiro derramado na cruz pode te comprar.
O quanto a presença de Deus vale para você? O que você está disposto a fazer por ela? O quanto você está disposto?

2 Samuel 12:1-9
Davi comete um erro e tenta enganar sua nação. Como ele não se arrepende, Deus envia o profeta Natã para mostrar a Davi seu erro.

O profético entra confrontando: é uma palavra dura, pois mostra o erro. Natã mostra para Davi que o pecado dele era conhecido por Deus.
Davi amava a Deus e sua presença; por causa desse amor ele se sujeita a esse profeta e declara que pecou contra o Senhor e se arrepende.
Davi era rei de Israel e tinha poder para mandar matar o profeta Natã, por se sentir ameaçado com a sua revelação. Mas ele se arrependeu e escutou o profeta.

Essa passagem nos traz uma lição: NÃO MATE O PROFETA.

Deus vai usar o profeta para te confrontar. Seu pecado foi perdoado, mas você precisa confessar.
Porém existem pessoas que não querem se sujeitar à disciplina, pessoas que não querem ser confrontadas no seu pecado.
O profético ensina, mostra o erro, leva ao arrependimento e à confissão do pecado.
Davi se submeteu, pois amava a presença de Deus.
Se o profético mostrou seu pecado, se acerte!
Davi, após ouvir o que o profeta Natã falava, faz uma oração de restauração de sua aliança.
Veremos, versículo após versículo, como foi essa oração de Davi.

Salmo 51:1
“Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias.”
Nesse versículo Davi apela para a misericórdia de Deus. O Senhor tem poder para perdoar.
Muitas pessoas não têm ouvido a voz de Deus.

Lucas 1:50
“E a sua misericórdia é de geração em geração sobre os que o temem.”
Os que temem a Deus têm a Sua misericórdia. Só não há misericórdia para quem perde o temor.

Davi estava clamando para que Deus apagasse suas transgressões, suas sentenças. Ele reconhece que Deus é misericordioso.

Salmo 51:2-4
“Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista, para que sejas justificado quando falares, e puro quando julgares.”
Assuma sua culpa!
Davi orou declarando sua culpa, ele não transferiu a responsabilidade para ninguém.
Se você ama a Deus não consegue viver se estiver em pecado.
Muitas pessoas se afastam porque erram e fogem da Igreja.
Não tem como pecar e estar bem com Deus. O peso do pecado produz o verdadeiro arrependimento.

Salmo 51:5
“Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.”
Deus conta com as suas falhas!
Davi reconhece que foi gerado numa natureza pecaminosa, e sabe que é passivo de falha. Muitos não querem assumir o erro por vergonha.
Ele queria a presença de Deus. O Senhor contava com as falhas de Davi; e mesmo assim ele se apresenta diante do Deus e confessa seu pecado.

Salmo 51:6
“Eis que amas a verdade no íntimo, e no oculto me fazes conhecer a sabedoria.”
A verdade liberta!
Davi sabia que só a verdade poderia libertá-lo e transformá-lo. Ele traz à luz o que estava em oculto.
A verdade e a libertação andam de mãos dadas.

Salmo 51:7-9
“Purifica-me com hissope, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais branco do que a neve.
Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que gozem os ossos que tu quebraste. Esconde a tua face dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades.”
Devemos clamar para o Senhor lavar as nossas vestes!
Davi sabia que só a verdade podia trazer o perdão.
Ele clama por purificação. Puro, limpo, leve, transformado — que sensação maravilhosa!
Lembre-se que triste é o resultado daquele que escolhe o caminho da manipulação, do pecado.

Existe restauração para a sua vida!

Salmo 51:10
“Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.”
Se abra para ser transformado.
Ter um coração puro não pode ser resultado da força natural.
Como o Senhor criou céus e a terra, Ele cria em nós um coração puro porque sozinhos não conseguimos isso.
Criar = chamar à existência aquilo que não existe.

Salmo 51:11
“Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o teu Espírito Santo.”
Priorize a presença de Deus.
Quanto a aliança de Deus vale para você?
Quanto vale a presença de Deus para você?
Quando você se quebranta, tudo à sua volta muda.

Salmo 51:12
“Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.”
Uma pessoa que escolhe viver a vida cristã sem arrependimento perde a alegria da salvação. Peça para Deus devolver a alegria da salvação que foi roubada pelo pecado, pois ele te aprisiona e o transforma num cristão triste.
A alegria não depende de circunstâncias; somos felizes porque somos salvos.

Salmo 51:13
“Então ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores a ti se converterão.”
Restauração ministerial – quando você se arrepende e se conserta com Deus, você pode ter um ministério legítimo e eficaz.
Ele declara que, depois de restaurado, irá ensinar os caminhos do Senhor para aqueles que não conhecem.
Como vou ensinar vitória se ainda não venci?
Como vou ajudar se preciso ser ajudado?

Salmo 51:15
“Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca entoará o teu louvor.”
Abra seus lábios!
O homem que escolhe o caminho da verdade recebe um cântico novo do Senhor.

Salmo 51:16-17
“Pois não desejas sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos. Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.”
O homem que se conserta com Deus recebe entendimento. O Senhor quer a sua sinceridade.

Salmo 51:18
“Faze o bem a Sião, segundo a tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém.”
Uma pessoa que esconde o pecado destrói seus muros, fica sem proteção, vulnerável.

Salmo 51:19
“Então te agradarás dos sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas; então se oferecerão novilhos sobre o teu altar.”
Deus se agrada de você. Então sua adoração, sua oferta e você serão aceitos.

Nesses dias a Igreja tem subestimado o poder do pecado. Muitos estão escondendo seus pecados como se fosse algo pequeno; mas o tempo não apaga o pecado, o que apaga é a confissão a Deus.
Você faz parte da geração eleita, povo escolhido, guerreiro(a) do Senhor; por isso esses conceitos precisam entrar como flecha no seu coração.

Seja verdadeiro, traga a luz para a sua vida e saiba que você tem um grande valor para Deus.

Deus abençoe

Ap. Rina

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Os propósitos de Deus no sofrimento do homem...



A Bíblia afirma que (...) há tempo para todo o propósito debaixo do céu (Ec 3.1). Não há acasos; Deus tem um propósito para cada acontecimento. Sendo assim,

nós não podemos imaginar que Deus não tem propósitos para o sofrimento. Nem mesmo o sofrimento humano acontece por acaso.


1 – PROPÓSITOS DO SOFRIMENTO ENTRE OS ÍMPIOS

Manifestar o caráter santo de Deus Salmo 107.17 – Esse texto afirma que os ímpios serão afligidos por causa dos seus pecados. As dores e as angústias sobrevêm aos incrédulos como conseqüência das suas transgressões. Há pessoas que vivem com o coração longe de Deus, se afundam nas suas iniqüidades e que, quando sofrem, perguntam-se: “Por que eu tenho sofrido tanto?” Deus, por causa de Sua própria santidade, além de abominar o pecado não pode ficar impassível diante de práticas pecaminosas. Assim, Ele age permitindo o sofrimento àqueles que vivem na prática do pecado.


Promover a prática da justiça

Is 26.9 – O sofrimento que Deus permite aos ímpios tem por objetivo levá-los a aprender a viver uma vida reta. Uma das maneiras de se levar uma pessoa ímpia a viver uma vida correta é aplicando-lhe uma penalidade. A manifestação da justiça de Deus tem um efeito saudável dentro da sociedade, pois as pessoas começam a andar em retidão pelo medo da “punição”.


2 – PROPÓSITOS DO SOFRIMENTO ENTRE OS CRISTÃOS

Levar o crente de volta ao caminho correto Pv 3.11-12 – A dor é o “megafone” que Deus usa para fazer o “surdo” ouvir o que Ele tem a dizer. Quando estamos enfrentando dores e sofrimentos, devemos pedir a Deus para nos mostrar o caminho correto a seguir, para ajudar-nos em nossa conduta, fazendo-nos voltar para o caminho da retidão. Além do mais, é necessário compreender que esse tipo de ação permissiva de Deus (dor e sofrimento) não é sinal de que Ele nos abandonou. Pelo contrário, é sinal de que Ele nos ama, desejando nos levar a andar no melhor caminho: o caminho da vida.


Desenvolver uma capacidade de compaixão pelos outros

II Co 1.4-5 – Esse texto nos ensina algumas verdades acerca do sofrimento: É Deus quem nos conforta no sofrimento – No mundo, nós, que somos cristãos, sempre vamos passar por tribulações (Jo 16.33). Todavia, com Deus esse estado de miséria é aliviado. Por essa razão, no verso 3 Deus é chamado de “o Pai das misericórdias e Deus de toda consolação”. Deus está sempre disposto e é totalmente poderoso para nos consolar e nos confortar em nossos momentos de angústia e dor.É Deus que nos capacita para confortar no sofrimento de outros – O sofrimento é uma excelente escola, onde aprendemos a consolar e confortar as pessoas da mesma maneira como Deus o faz. Nós, seres humanos, somos diferentes de Deus: Enquanto Ele conhece todas as coisas sem nunca as ter experimentado, nós só conseguimos aprender a fazer algo através da experiência. Nunca aprenderemos a confortar pessoas a menos que passemos pelo sofrimento e recebamos o conforto divino. Se o próprio Jesus teve de aprender a obedecer pelas coisas que sofreu, tendo de experimentar o sofrimento e a tentação para poder socorrer os que são tentados (Hb 2.8), quanto mais nós temos de aprender na prática sobre a consolação divina para podermos consolar os que estão sofrendo.Deus enviou Cristo para que a nossa consolação transborde por meio dEle – Paulo também aprendeu a glorificar o merecedor de todas as graças que recebemos de Deus. Como recebemos a capacidade de consolar,

temos de aprender a glorificar a Cristo, porque toda a nossa capacidade de confortar é transbordada por meio de Cristo.


Confirmar o valor da fé

1 Pe 1.6-7 – O sofrimento é um meio que Deus usa para fazer o crente crescer na sua fé. Pedro diz que o sofrimento é comparado à ação do fogo – A ação do fogo é múltipla. Ele destrói, consome, aniquila; mas a Escritura cita o fogo aqui como um elemento purificador, um elemento que torna o objeto aprovado, aperfeiçoado, confirmado. O processo de confirmação de nossa vida em fé é comparado ao processo da depuração do ouro pelo fogo.Pedro diz que a confirmação da fé vem por uma gama de sofrimentos – O fogo é sinônimo de sofrimento causado pelas provações: passamos por ele e por meio dele somos confirmados em nossa fé. Os destinatários da carta de Pedro estavam sendo provados com aflições. Não haveriam de sofrer por muito tempo, mas estavam sofrendo para que o valor da sua fé fosse confirmado. O sofrimento tem várias manifestações: Deus permite várias formas para causar crescimento no meio do seu povo. Por essa razão, Pedro diz que os crentes seriam contristados (entristecidos) “por várias provações”. Esse teste de fé está longe de ser uma experiência agradável.Pedro diz que o sofrimento para a confirmação da fé vem quando necessário – Nem todos os cristãos que passaram pelo mundo experimentaram os sofrimentos dos quais Pedro falava. Por essa razão ele diz: “Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações (...)”. A conclusão que se pode tirar dessa passagem é que nem todos sofrem, porque não é necessário que haja crescimento ou confirmação da fé somente por meio do sofrimento. O sofrimento não é algo inevitável ou necessário.Pedro diz que o sofrimento para a confirmação da fé não é longo – Mesmo que em certas ocasiões o sofrimento possa vir sobre os crentes, ele não permanece para sempre. Pedro diz que os crentes são contristados “por breve tempo”. O sofrimento é de duração limitada. Aliás, não podemos nos esquecer de que a duração curta da provação está em contraste com a alegria de que vamos desfrutar amanhã. Mesmo que o sofrimento dure a noite inteira, a alegria vem pela manhã.


Aperfeiçoar o caráter cristão

Rm 5.3-4 – Nesse texto, Paulo afirma que o sofrimento é um meio que Deus usa para aperfeiçoar o caráter dos cristãos. Mas, diferentemente da versão Revista e Atualizada da Sociedade Bíblica Brasileira, há outras versões da Bíblia que traduzem o texto de uma forma diferente. A palavra “tribulações” é traduzida como “sofrimentos”, “perseverança” é traduzida como “paciência” e “experiência” é traduzida como “caráter provado”. Assim: Paulo diz que os sofrimentos produzem perseverança – Na língua grega, a palavra “perseverança” pode também ser traduzida por paciência, persistência, constância. Essas são algumas características que se apresentam no homem maduro, que se mantêm leal à sua fé e aos seus propósitos mesmo quando está debaixo das maiores tribulações ou sofrimentos. Em geral, não crescemos quando estamos em plena calmaria de problemas. Em todos os ramos, o desenvolvimento aparece em hora de crise ou sofrimento.Paulo diz que a perseverança produz experiência – Essa é parte da reação em cadeia. Assim como os sofrimentos produzem a perseverança (ou paciência, ou constância, ou persistência), esta produz experiência. Na língua grega, a palavra “experiência” pode ser traduzida por “caráter provado”. A idéia é a de alguém que foi testado e saiu vitorioso no teste, tendo desenvolvido um caráter amadurecido pelos sofrimentos.Paulo diz que a experiência produz esperança – O sofrimento do cristão o conduz à perseverança, à firmeza, à constância e à paciência porque eles são conectados à esperança. Há alguma coisa no final que os faz levantar os olhos e crer na mudança dos acontecimentos. Para o cristão, o sofrimento é o ponto em que o poder da esperança fica cada vez mais claro, ligando o nosso presente ao futuro de vitória, porque para o cristão “os sofrimentos do tempo presente na são para comparar com a glória a vir ser revelada em nós” (Rm 8.18).


Conclusão

Quando você estiver sofrendo pelas mais variadas razões, lembre-se de que você não é um desafortunado, mas um amado de Deus. Os sofrimentos pelos quais você tem passado são maneiras belamente estranhas de Deus fazer bem à sua vida.- Ele tem levado você de volta ao caminho dele, que é o caminho da vida, endireitando as suas veredas tortuosas. Se Deus não lhe houvesse mostrado o seu amor disciplinador, onde você estaria ainda?- Ele tem ensinado você a ter compaixão dos outros que sofrem.- Ele tem confirmado o valor da sua fé, por meios das tribulações pelas quais você passa.- Ele tem aperfeiçoado o seu caráter.


(Transcrito de Estudos Bíblicos

"Os propósitos de Deus no sofrimento do homem"

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O Criador e a criação...Parte Final




BÊNÇÃO
Deus abençoou suas criaturas (Gênesis.1.22,28) e o dia de descanso (Gênesis.2.3). Nós também devemos abençoar o que fazemos, abençoar nossos filhos e as outras pessoas que estão à nossa volta. “Abençoai e não amaldiçoeis” (Romanos.12.14). É comum ouvirmos maldições, críticas desnecessárias, reclamações infindáveis e palavras torpes de todo tipo. Devemos, entretanto, falar a palavra de Deus, falar o que for bom e edificante para aqueles que nos ouvem (Efésios.4.29), sabendo que, acima de tudo, o Senhor está nos ouvindo.
OBRA CONCLUÍDA
Em Gênesis.1.1 é mencionado o princípio da criação. Em Gênesis.2.1 está o término. Tudo o que Deus pretendia fazer naquela ocasião ele fez. O criador não parou na metade, mas foi até o fim. Este é um importante exemplo para nós, como servos de Deus. Muitas pessoas começam tantas coisas, mas poucas levam a obra a bom termo. Muitos começam a leitura de um livro, iniciam um curso ou um trabalho, mas interrompem por qualquer motivo ou diante da primeira dificuldade. Não têm perseverança, propósito definido nem determinação. Hoje querem muito fazer algo. Amanhã, nem tanto e, depois de amanhã, nem tocam mais no assunto. Desistência, em alguns casos, é fracasso antecipado. Quem vive desistindo demonstra fraqueza de vontade e de caráter. Sejamos decidimos e persistentes em tudo aquilo que é bom, assim como Deus fez na obra da criação.


Anísio Renato de Andrade

Bacharel em Teologia

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O Criador e a Criação... Parte 2


ATRIBUTOS DIVINOS

Os dias da criação se sucederam
e o caráter de Deus ia sendo demonstrado em cada coisa criada.
Aprendemos, em Gênesis 1, que Deus é:
- Único - o texto nos mostra um só Deus criando tudo.
- Eterno – o livro dos princípios não relata o princípio de Deus.
- Onipotente – ele demonstra seu poder ao criar todas as coisas.
- Sábio – sua obra demonstra criatividade suprema.
- Soberano – ele dá diversas ordens e o universo se move em obediência.

Sete vezes Deus viu que era bom o que acabara de fazer (Gênesis 1.4,10,12,18,21,25,31).
Na sétima, ele viu que tudo era “muito bom”.
De onde vinha essa bondade?
Do próprio Deus.
Portanto, o texto nos ensina que Deus é bom.
Nem todas as características divinas estão manifestas em Gênesis 1.
Contudo, continuando a leitura bíblica,
vamos encontrando outras facetas do caráter divino.
Em Gênesis 3, diante do pecado humano,
ficam evidentes a santidade de Deus,
bem como sua justiça e sua misericórdia.
ORGANIZAÇÃO

O texto de Gênesis 1 nos mostra, de maneira bem interessante,
que Deus é organizado.
Ele fez todas as coisas na ordem necessária.
Primeiro a água, depois os peixes. Primeiro o céu, depois as estrelas.
Primeiro os minerais (1.1), depois os vegetais (1.11)
e, por último, os animais (1.20).
Deus não começou criando um boi
para deixar o animal urrando de fome.
Precisamos aprender com o Senhor a sermos organizados.
Se a nossa vida é desordenada em casa,
no trabalho, na escola, etc,
dificilmente alcançaremos um bom nível de realização.
Existe um tempo apropriado para cada experiência.
Adiantar, atrasar ou inverter a ordem pode causar muitos males.
Trabalhar antes de estudar,
ter filhos antes de casar ou casar antes de se definir profissionalmente
são exemplos de inversões que, se puderem ser evitadas, melhor será.
CADA COISA NO SEU LUGAR

Como parte de sua organização,
Deus separou as coisas, umas das outras.
Ele não queria misturas indevidas.
Logo no princípio, céus e terra já foram criados separados (1.1).
Depois, Deus separou luz e trevas (1.4,14,18),
águas e águas (1.6-7), águas de cima, águas de baixo,
os mares e a terra seca (1.9).
Talvez nós não separaríamos “águas e águas” (1.6),
pensando que tudo fosse uma coisa só.
Deus não vê dessa forma.
Água salgada e água doce precisam existir separadamente,
embora se encontrem em algum momento (Tiago.3.12).
Em nossas vidas, não podemos viver misturando as coisas,
o santo com o profano,
o limpo com o imundo (Levíticos.10.10; Ezequiel.44.23),
a luz com as trevas (II Coríntios .6.14-18).
Isto é contrário ao caráter de Deus.

O criador identificou bem as coisas, dando-lhes nomes.
Observe, em Gênesis 1, o verbo “chamar” (1.5,8,10).
Vamos deixar bem claro:
Luz é dia.
Treva é noite.
Firmamento é céu.
Água é mar ou rio.
Porção seca é terra.
Deus não quer situações indefinidas,
ambíguas ou mal resolvidas.
Quem sou eu?
Quem é você?
Qual é a sua identidade?
Somos servos de Deus?
Então vivamos como tais.
Além disso, Deus colocou cada coisa no seu devido lugar.
Ele não pôs os peixes no deserto,
a lua no fundo do mar ou as plantas no céu.
Alguns ambientes não servem para o servo de Deus,
da mesma forma como não encontraremos demônios na glória celestial.

COERÊNCIA

Existe uma idéia de organização também na expressão
“conforme a sua espécie” (Gênesis.1.11,12,21,24,25).
Deus não permitiu que a figueira produzisse azeitonas,
ou a videira figos (Tg.3.12).
Cada árvore produz fruto e semente conforme a sua espécie.
A coerência é também um princípio espiritual,
um traço do caráter de Deus.
A bíblia compara nossas obras aos frutos.
Uma árvore boa não pode produzir fruto mal ou vice-versa (Mateus.7.15-23).
Não pode, portanto, aquele que se diz filho de Deus,
praticar as obras das trevas, fazendo-se semelhante ao ímpio.
Não é admissível que alguém que se diz cristão seja desonesto,
mentiroso, caloteiro, adúltero ou ladrão (só para citar algumas desgraças do inferno).
Talvez seja um frasco de veneno com rótulo de refrigerante.
Enquanto criava, Deus ia determinando as leis naturais
que regem o funcionamento do universo.
Ao criar os astros, o dia e a noite,
uma série de regras foram estabelecidas
para o movimento cósmico que até hoje continua.
A organização divina é algo extraordinário
que precisamos aprender e colocar em prática, dentro dos nossos limites.

AMOR

Outra lição de Gênesis 1 é a que diz respeito ao amor de Deus.
Não existe a palavra “amor” em nenhum daqueles versículos.
Contudo, nenhum deles está desprovido da manifestação prática do amor de Deus.

Lembro-me de quando eu e minha esposa
preparávamos o quarto para o nosso filho, que estava para nascer.
Fizemos uma reforma, mudamos tudo, paredes, teto, móveis e detalhes de decoração. Montamos, da melhor forma possível, um quarto lindo para o nosso bebê.
Muito mais fez o Senhor, preparando tudo para receber o homem,
o ponto máximo de sua criação.
Vemos, em tudo isso, o grande amor de Deus por nós.

PROPÓSITO

O texto de Gênesis 1 nos ensina também que Deus age com propósitos,
não por acaso nem por acidente.
O desígnio divino está em cada versículo,
mas fica mais evidente naqueles onde encontramos a preposição “para”,
indicando a finalidade da coisa criada:
os luzeiros para iluminar a terra,
para fazer separação entre o dia e a noite
e para auxiliar na organização do tempo.
Os vegetais foram feitos para servirem de alimento,
além de outras utilidades.
Todas as criaturas têm seus propósitos idealizados por Deus,
mesmo que o texto não os mencione e nem sejamos capazes de compreendê-los.

Sendo assim,
o Senhor teve um propósito também ao criar o ser humano.
Deus o criou para ter alguém semelhante a ele,
com quem pudesse ter comunhão.
Afinal, Deus não teria um diálogo com as plantas
nem um envolvimento afetivo com os asteróides.
O homem seria também o representante de Deus na terra,
governando o mundo (Gênesis.1.26).
Por fim, o homem foi feito para o louvor e a glória do Senhor (Isaías.43.21).
O relato da criação nos faz concluir que Deus valoriza o ser humano.
Enquanto as coisas foram criadas pela palavra de Deus,
o homem foi formado por suas mãos.
Foi um trabalho especial.
Se Deus valoriza o homem,
nós também devemos nos valorizar.
Cada pessoa deve respeitar o seu semelhante,
pois todos nós somos amados pelo Senhor.

Continua no próximo post...

domingo, 9 de agosto de 2009

Ao meu...


Pai

Obrigada porque vc é um pai presente

Por ser um Pai de Amor tão MAIÚSCULO

Obrigada por estar sempre comigo

Por me ajudar em TODOS os momentos de minha vida

Obrigada por me ensinar a ti amar, com amor sincero

Sem cobranças, sem querer retornos

Obrigada por me dar à vontade de ti seguir, pois sei

Que TUDO VEM DE TI!

Obrigada pelo ar que eu respiro

Obrigada por eu poder sentir este amor

Obrigada por mandar seu bem mais precioso (JESUS)

Para me resgatar e me trazer de volta à vida.

Tu és bem vindo em minha vida

Tu és a minha razão de viver

Tu és o tesouro que eu desejo ardentemente

Amo cantar para tocar o Teu coração

Amo fazer graça para ganhar sorrisos Teu

Amo amar as pessoas, q antes de conhecer Teu Filho Amado

Eu não olhava com bons olhos

Amo querer fazer a Tua vontade

Desejo eternamente ti obedecer

E a cada dia mais ti conhecer e Ti amar

Pelo que Tu és

Um Deus de puro e infinito Amor.

Sei que toda a terra está cheia de Tua glória

E que a cada manhã

As Tuas misericórdias se renovam.

Obrigada por este céu lindo azulzinho,

Pelo sabor dos alimentos,

Pelo colorido das flores, e seu precioso perfume

Pelo verde das florestas

Obrigada por não sermos iguais uns aos outros,

Mas juntando tudo somos lindos feitos a Tua imagem e semelhança.

Como Tu és maravilhoso!

Fico feliz de pensar que a minha alma sabe bem disso.

Pai de Amor eu ti amo!

Ensina-me a fazer um jardim secreto

Onde todos os dias eu capriche mais, e mais, para

Que na virada do dia vc me encontre alegremente a Ti buscar.

Faça em mim a Tua vontade

E que meu coração seja totalmente Teu

Reina sobre mim a cada instante, a cada momento, a cada fôlego meu,

Pois eu quero que seja o centro da minha vida,

E que a cada dia eu regue este amor que você mesmo me dá,

Por ser um Pai, um Deus que ama me amar.

Que eu seja movida por este Teu lindo e MARAVILHOSO Amor.

Ti amooooooooooooo Paiiiiiiiii

Não vejo à hora de poder sair correndo e poder pular nos Teus braços

E dizer no teu ouvido: Obrigada por me amar acima de tudo!
Sua filha que ti ama

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O Criador e a Criação ...Parte 1

“A obra demonstra o caráter de quem a faz”
O primeiro capítulo de Gênesis apresenta Deus trabalhando. Geralmente, a atenção do leitor da bíblia se dirige às coisas criadas. Entretanto, aquele texto tem muito a nos ensinar sobre seu principal personagem: o próprio Deus. Assim como as nossas obras mostram o nosso caráter, também a criação revela diversos aspectos da natureza divina. É importante que aprendamos a respeito do Senhor para que possamos ter atitudes corretas diante dele, compreendendo um pouco mais sobre a sua forma de agir. Podemos também aprender a fazer as coisas ao modo dele, dentro dos limites humanos, é claro.
“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados” (Efésios.5.1).

A PRIMEIRA SEMANA
Entre Gênesis 1.1 e 2.3, sete dias se passaram. Vemos ali um exemplo de como aproveitar bem a semana. Nos seis primeiros dias, Deus fez toda a sua obra e no sétimo descansou. Em cada dia, algo significativo era feito. Nós também precisamos usar bem o nosso tempo. Quantas pessoas deixam a semana passar e não resolvem o que precisa ser resolvido nem fazem o que deve ser feito. Assim passam os meses, os anos, a vida. Muitos querem descansar antes de trabalhar. O exemplo que Deus nos deu é bem diferente. A preguiça não encontra apoio bíblico. O trabalho excessivo também não. Trabalhar e descansar são importantes, cada um na medida certa e no tempo certo.

CADA COISA NO SEU TEMPO
Deus poderia ter dito: “haja tudo”, e tudo passaria a existir. Então teríamos apenas um versículo narrando a criação. Sabemos que não foi assim. Podendo fazer tudo de uma só vez, ele quis dividir seu trabalho em etapas. Muito do que ali está parece ter sido daquela forma para nos servir de exemplo, ensinando-nos muitos princípios importantes.
O ritmo do homem moderno é muito acelerado. Do café instantâneo às informações em tempo real, tudo é muito rápido. Do fogão a lenha ao forno microondas, do carro de boi ao ônibus espacial muita coisa mudou. Escrevo um texto agora, no Brasil, e, daqui a poucos minutos ele poderá ser lido no Japão. No século XXI, vivemos na velocidade dos computadores, mas nem tudo pode ser assim. Em muitas situações, ainda precisamos saber esperar, por mais incômoda que essa palavra tenha se tornado. Não sejamos ansiosos, querendo resolver tudo em um só dia. Precisamos trabalhar sim, mas com paciência. Cada dia da criação preparava o ambiente para o dia seguinte. Nossas vidas também são divididas em fases. Devemos fazer hoje o que for necessário, sem querer antecipar demais os fatos futuros.
Atualmente, as coisas são feitas com muita rapidez e logo são descartadas. O imediatismo e a facilidade causam a desvalorização. A durabilidade dos bens e dos relacionamentos está seriamente comprometida. Mal se começou algo, já se deseja partir para uma nova experiência.

ACALME-SE. AINDA NÃO ESTÁ PRONTO

O livro de Gênesis começa assim: “No princípio criou Deus os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas” (1.1-2). Imagine se alguém pudesse chegar ali, naquele instante, para verificar o que Deus estava fazendo. Talvez ocorresse uma decepção. Deus cria os céus e a terra, mas a terra é sem forma, vazia, com trevas e com abismo? Se pudéssemos presenciar aquela cena, talvez iríamos murmurar contra Deus, colocar defeitos na sua obra e reprovar a sua capacidade criadora. Entretanto, esta seria uma avaliação prematura, precipitada e equivocada porque a obra estava apenas começando.
Em nossas vidas, muitas vezes avaliamos negativamente o que Deus está fazendo. Acalme-se! Ele ainda não acabou. Outros dias virão e, em cada um deles, o Senhor fará coisas novas e maravilhosas. Depois da escravidão e do cativeiro vem a libertação. Depois do deserto vem Canaã. Depois da cruz vem a ressurreição. Depois das aflições deste mundo vem a glória celestial. Acalme-se! Ainda não é o fim. Uma luz surgirá no meio da escuridão.
Naquele aparente caos, algo positivo acontecia: “O Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”. Se o Espírito Santo se move, algo vai surgir. Não sejamos impacientes. Não façamos avaliações e julgamentos antes do tempo. Deixa Deus trabalhar!
Como já foi dito, o Senhor pode fazer tudo em um instante, mas nem sempre ele faz assim. A bíblia relata muitas curas instantâneas, mas fala também da experiência de Naamã, que precisou mergulhar sete vezes para ser purificado (II Reis.5). Se ele fizesse um check-up após o primeiro mergulho, talvez desistisse da fé em Deus. Entretanto, ele permaneceu firme em seu ato de obediência, até que sua lepra desaparecesse. Quando Israel conquistou Jericó, sete dias de caminhada foram necessários até que as muralhas caíssem.
“Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” (Filipenses.1.6).

Continua no próximo post...

domingo, 2 de agosto de 2009

Quero recomeçar...



Pai,

Tá difícil manter o caminho,

Tenho andado em meio a espinhos,

Nem sempre é tão fácil acertar.


Pai,

Emoções descalçam os meus pés,

Me roubando em meio a cordéis,

Me enlaçam em minhas fraquezas.


Pai,

Eu nem sei o que te falar,

Mas, eu quero recomeçar,

Me ajuda neste instante.


Preciso da tua mão,

Vem me levantar,

Faz-me teu servo Senhor,

Me livra do mal.

Quero sentir o teu sangue curar-me.

Agora meu Senhor,Vem restaurar-me.
Letra: Recomeçar - Aline Barros

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Os olhos de Deus estão sobre você...




“Desperta, desperta, veste-te da tua fortaleza, ó Sião;

veste-te das tuas roupas formosas,

ó Jerusalém,

cidade santa,

porque nunca mais entrará em ti nem incircunciso nem imundo.

Sacode-te do pó, levanta-te, e assenta-te,

ó Jerusalém: solta-te das cadeias de teu pescoço,

ó cativa filha de Sião.

Porque assim diz o Senhor:

Por nada fostes vendidos; também sem dinheiro sereis resgatados.” (Is. 52:1-3)


Eu creio que o olhar de Deus sobre mim é tão profundo e especial quanto sobre cada um de nós, sem exceção. Sobre você!


Cada um de nós é alvo certo para onde os olhos do Deus Eterno se lançam,

e sobre quem o Seu coração se derrama.

Que coisa assombrosamente maravilhosa, não é verdade?

Fica até difícil, em tantos momentos, podermos compreender tamanho amor,

misericórdia e graça.

Deus é muito crente mesmo!!!

Chova ou faça sol,

mudem as estações,

essa é uma verdade de Deus,

uma realidade viva e acessível

PARA TODO AQUELE QUE CRÊ!

Para mim e pra você!


É simplesmente fantástico este senso de valor poder ser re-estabelecido,

restaurado e resgatado por Deus dentro de nós, de maneira tão poderosa e eficaz.

É em gente como eu e você

que Deus está confiando a conquista

e a consolidação, nEle, e para Ele,

dessa geração e dessa cidade,

do Brasil e das nações da terra...

Homens e mulheres,

de todas as idades, de toda raça, povo, tribo, língua e nação,

conquistando esse poderosíssimo exército

de valentes-adoradores-profetas-discípulos de Jesus

para escrever a história da redenção e cura do Brasil

até os confins da terra.


Porém, preste atenção:


1º) Não podemos fingir que isso é uma fantasia: Isto é real!


2º) Não podemos fingir que não é conosco: É conosco, sim!


3º) Não podemos adiar o processo de transformação,

cura e libertação em nós: O tempo para isso tudo é HOJE!!


4º) Não podemos atrasar o relógio de Deus

pra o cumprimento de Seu propósito: O tempo para isso tudo é HOJE!!


5º) Não podemos negar o chamado de Deus para nós nessa geração:

Ouça Deus nos chamando!


Por isso, em o Nome de Jesus, eu declaro:

Não desista: VAI, PROSSIGA PARA O ALVO,

PARA O PRÊMIO DA SOBERANA vocação de Deus em Cristo Jesus! (Fp 3.14)


Deus abençoe

Ludmila Ferber

Quem é você?



Tenho percebido algo curioso observando a igreja. Quando falo igreja, não me refiro apenas à noiva de Cristo, mas à instituição que reúne discípulos verdadeiros e simpatizantes do evangelho. O que tenho observado é a diferença entre eles. Gostaria de enumerar aqui algumas destas diferenças a fim de que, juntos, possamos fazer uma reflexão de em qual dos perfis nos encaixamos. Então vamos lá:
1. Simpatizantes vêem seu envolvimento na igreja como serviço comunitário, mas discípulos vêem como ministério.
2. Simpatizantes queixam-se do quanto vai custar servir, mas discípulos verdadeiros estão comprometidos com o serviço.
3. Simpatizantes recuam quando se trata de resolver conflitos de relacionamento, mas discípulos verdadeiros procuram resolver tais conflitos em nome da unidade da Igreja.
4. Simpatizantes não estão abertos a críticas e adotam uma atitude defensiva diante delas, mas discípulos verdadeiros recebem as críticas e procuram aprender com ela, pois desejam ser o melhor que podem ser.
5. Simpatizantes sentem-se ameaçados pelo talento de outros, mas discípulos verdadeiros louvam a Deus por distribuir dons e talentos conforme sua vontade.
6. Simpatizantes querem desistir ao primeiro sinal de adversidade ou desânimo, mas discípulos verdadeiros perseveram.
7. Simpatizantes não conseguem lidar com pressões, mas discípulos verdadeiros respondem ao seu chamado com uma humilde dependência de Deus.
8. Simpatizantes encontram sua principal fonte de realização em seus talentos e habilidades, mas discípulos verdadeiros sabem que serem usados por Deus é a experiência mais recompensadora que se pode ter na vida.
Sou professora do CTMDT – Centro de treinamento Ministerial Diante do Trono - e durante a ministração da matéria “Coração do Artista”, eu e meus alunos discutimos estas diferenças, mas, como já disse a vocês, a observação tem me ensinado uma dura realidade: Existem muitas pessoas disfarçadas de discípulos verdadeiros ou até mesmo enganadas a respeito de si mesmas, mas, na verdade, são simpatizantes do evangelho. Acham tudo muito bonito, muito legal, muito agradável, mas quando é necessário negar a si mesmos, sua verdadeira natureza surge.E você? Pense um pouco e releia os pontos acima e responda pra você: Discípulo verdadeiro ou simpatizante do evangelho?
Helena Tannure

quinta-feira, 9 de julho de 2009

O autocontrole é o caminho para...




O autocontrole é o caminho para o centro da vontade de Deus

Gostaria de trazer à memória o trecho do versículo 28 do capítulo 25 do Livro de Provérbios, que diz o seguinte: “Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito”.

A comparação entre a cidade sem muros e o homem que não controla o próprio espírito se dá pela falta de limites. Na época em que o texto bíblico foi escrito, uma cidade que não fosse cercada por muros era totalmente vulnerável. Os muros tinham a função de guardar e, por meio do controle de quem entrava e saía de sua extensão, trazer segurança. Por isso, tanto quanto uma cidade sem muros, um homem sem limites encontra-se desprotegido.


A falta de limites é comum nos nossos dias, não apenas no sentido dos “exageros” a que uma pessoa se possa permitir, mas no sentido literal da palavra, em que ela ultrapassa o limite do espaço do próximo e, em função do desrespeito e (muitas vezes) da agressividade, expõe e torna vulnerável a individualidade do outro.

Há que se mudar. É necessário que se compreenda que somente o autocontrole e a “contenção do espírito”, são capazes de trazer o discernimento do certo e do errado, do que é bom e do que é decididamente ruim.

É somente em face da aquietação interior que Deus pode derramar do seu próprio Espírito e, assim, conduzi-lo a uma vida de harmonia para com os que o cercam, o que, por fim, o leva cada vez mais ao centro da vontade do Altíssimo.


Alguém que impõe restrições a si próprio, de fato, está-se deixando edificar por balizas que lhe podem proporcionar a verdadeira qualidade de vida. E é exatamente isso que Deus reserva para os que amam a sua palavra, que amam o seu santo nome.

Fique na paz,

Ap. Rina

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Não Perca!!!

O Webnário Além é o primeiro Seminário de Louvor e Adoração pela INTERNET!

E em Julho você poderá participar do Curso de Férias para líderes e ministros. Três aulas por semana (no dia e horário que você achar melhor). Lembre-se que a aula é pela Web, ou seja, você aproveita suas férias investindo no seu chamado sem sair de casa!

São 12 (doze) aulas no mês de Julho sobre:

INTIMIDADE COM DEUS

PERFORMANCE MUSICAL NO ALTAR

RELACIONAMENTOS

Você não pode perder esta oportunidade de forma alguma = conforto de estudar pela internet sem precisar ir a um Seminário Convencional e ainda escolher o dia da semana e horário em que irá acessar a sala de aula virtual. Contato com os professores via chat, e-mail, fórum e mensagem pelo sistema do próprio Webnário. Faça uma aula experimental gratuita sobre DISCIPLINA ESPIRITUAL - Ouvir a voz de Deus.

Informações no: www.webnarioalem.com.br . Matrículas abertas dia 01 de Julho!

Webnário Além - transformação para o caráter, capacitação para o chamado!!!
MSN: ministerioalem@hotmail.com

domingo, 5 de julho de 2009

Eu escolho e decido crer...

Nada se perdeu

nem jamais fugiu

do alcance do olhar


de fogo Teu

a tempestade vem

Me ensina a firmar

meus pés sobre as águas e andar

eu escolho crer

eu decido crer

na suprema grandeza de tuas mãos

Soberano

Soberano

assentado sobre um alto e sublime trono

Majestoso

Glorioso

eu confio em Ti

Deus Todo-Poderoso

Eu sei que posso crer

Eu sei que eu vou ver

a suprema grandeza de tuas mãos
Música do CD Restaução do Ministério Além

domingo, 21 de junho de 2009

Voar...

Muitas e muitas vezes é preciso voar...
Falar menos, ouvir mais e observar.
Se descobrissemos o bem e o aprendizado q nos traz isso...
Com toda certeza seríamos muito mais
abençoados e abençoadores

sábado, 13 de junho de 2009

A cura de Naamã...





Texto base: II Reis 5.1-19
1- O homem Naamã (aparência x essência) (5.1)

Naamã era grande perante os outros. Tinha autoridade, posição, títulos, riqueza, poder e glória humana, “porém leproso”. O “porém” desvaloriza tudo o que foi dito antes. Na intimidade ele sabia que era um enfermo. Suas roupas militares eram bonitas, talvez repletas de medalhas, mas, por baixo delas, sua carne apodrecia. Como as pessoas nos vêem e como nós nos vemos? Como Deus nos vê?
2- A lepra - símbolo do pecado.

Naquela época, a lepra era uma doença incurável, bem como contagiosa, degenerativa e mortal. Ninguém podia ajudar Naamã. Assim também, só Deus pode resolver os maiores problemas do homem: o pecado, a separação de Deus e a perdição eterna. A lepra de Naamã não devia estar em estado avançado, pois ele ainda trabalhava e vivia com a família, mas sua expectativa era de perda total. O leproso ia perdendo tudo e se isolando. Perdia a família, os bens, os membros do corpo. Apodrecia vivo e, por fim, morria. O pecado faz assim com o homem (Rm.6.23).
3- A serva de Naamã.

Aquela menina israelense era prisioneira de guerra e foi trabalhar na casa de Naamã. Além de ser serva do general, ela era uma serva de Deus. Não guardava rancor nem ódio contra o seu patrão. Pelo contrário, queria o bem daquela família. Devemos ser assim também, ainda que estejamos em lugares indesejáveis. Sejamos bênção como foi José no Egito.

A serva não foi omissa nem se calou. Ela testemunhou sobre o poder de Deus e influenciou definitivamente aquela família.
4 - A viagem.

Sabendo que, em Israel, Naamã podia ser curado, o rei lhe disse: "Vai. Anda!" É preciso iniciativa. O pecador não pode ficar parado, inerte, esperando que algo aconteça. Hoje não basta ir aos profetas. Precisamos ir a Cristo. Indo à pessoa errada - Naamã procurou o rei de Israel, que não podia curá-lo. Assim também, muitos procuram falsos deuses, que não podem salvar. Indo à pessoa certa - Por fim Naamã foi até Eliseu. Hoje, precisamos de Jesus. Ele é a pessoa certa para nos curar, libertar e salvar. Naamã pensou que pudesse comprar a sua bênção. Isto é impossível. Não podemos fazer negócio com as coisas de Deus ou com a palavra de Deus. Ninguém pode comprar a cura ou a libertação ou a salvação.

Somos abençoados e salvos de graça e pela graça.
5- A decepção.

Naamã esperava ser recebido com honras na casa de Eliseu, mas veio apenas um mensageiro trazer o recado do profeta. Naamã esperava um ritual de cura conforme seu gosto, mas Eliseu mandou que ele se lavasse no rio Jordão. Não podemos criar regras para Deus agir.

Ele pode fazer as coisas de um modo completamente diferente da nossa expectativa, das nossas tradições ou costumes.
6- A palavra

Naamã queria uma bênção e recebeu uma ordem. Ele precisava obedecer para ser abençoado, e não o contrário. A obediência demonstra a fé. Precisamos ouvir a palavra de Deus e obedecê-la antes de recebermos alguns benefícios que desejamos. Aquele ato de obediência era tão simples, mas parecia tão difícil, pois o rio Jordão era sujo. Queremos fazer só o que é fácil?
7 - A obediência.

Para mergulhar no rio, é provável que Naamã precisasse tirar a sua roupa, revelando sua lepra perante os seus servos. Isso seria humilhante para ele. Ele devia descer ao rio, descer da sua posição, descer do seu orgulho. Naamã mergulhou uma vez e nada aconteceu. Ele não desistiu, não desanimou, mas perseverou. Obediência parcial não resolve. Queremos resultados imediatos. O homem moderno, principalmente, quer tudo "para ontem", mas Deus não faz as coisas do nosso jeito. Naamã obedeceu completamente à palavra do profeta, ou seja, a palavra de Deus.
8 - A cura.

Naamã foi curado. O milagre aconteceu. Sua carne ficou como a de um menino. Hoje, os que vão a Cristo experimentam o novo nascimento. Tudo é novo com Jesus. Somos novas criaturas (IICor.5.17). Temos nova vida, nova mentalidade, novo comportamento.
9- O reconhecimento.

Naamã reconheceu que o Deus de Israel é o único Deus verdadeiro. Naamã creu em Deus e decidiu não mais servir aos falsos deuses, mas só fazer sacrifícios ao Senhor. Este foi o ponto mais alto da sua experiência. Esta foi a sua cura espiritual.
10- Jesus cura, liberta e salva.

Cada um de nós precisa reconhecer sua "lepra" e buscar em Jesus a salvação. Assim como Eliseu mandou um mensageiro a Naamã, Deus usa mensageiros hoje. A sua palavra chega a nós e precisamos obedecê-la. Não fique parado. Atenda ao chamado de Jesus. Seja curado, liberto e salvo.


Anísio Renato de Andrade

Bacharel em Teologia

quinta-feira, 4 de junho de 2009

LOUVOR E ADORAÇÃO




Sacrifícios agradáveis a Deus, são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito não desprezarás ó Deus. (Salmo52:17.)


A essência do louvor e da adoração

Tenho aprendido que louvar e adorar a Deus constituem o caminho para que se acrescentem bênçãos à nossa vida, pois quando exaltamos o nome do Senhor há o gerar de uma abundância total de graça em nossa vida, seja na perspectiva terrena ou espiritual. Mas é preciso compreender que devemos adorá-Lo todo o tempo, inclusive em meio às diversidades, porque são nelas que realmente precisamos confiar e esperar no Senhor.
Bendirei o Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios. (Salmo 34:1.)Como podemos constatar, as referências bíblicas sobre o louvor e a adoração, revelam que estes não são definitivamente um dispositivo para um alisamento do ego de Deus muito menos um chamado para a confirmação semanal de nossa perícia em declaração doutrinária, seja no canto, na música ou na dança. Deus não precisa e não se preocupa com nada disso, Ele não se impressiona com nossos talentos nem com o que possamos fazer para Ele. Ele se preocupa com a nossa VIDA e está sempre nos perguntando: “Você me quer?”
Para mim, o louvor e a adoração são um estilo de vida. É estar permanente na presença de Deus. A Bíblia apresenta a pessoa de Deus nos chamando consistentemente para adorá-Lo na Sua presença, para que possa nos libertar, nos curar, nos remir, nos restaurar e nos renovar. Deus anseia mover a nossa vida. Deus quer se mover na Sua Igreja.
Nesse sentido, podemos perceber que no dia-a-dia a comunhão com Deus na adoração é uma rua de mão dupla, onde o Pai deseja satisfazer todas as nossas necessidades na Sua presença, ao mesmo tempo que se alegra com as nossas expressões de louvor e gratidão como reflexo de nossa busca por Ele. Sabe por quê? Ele nos ama!
Para tanto, é necessária uma entrega total e irrestrita na comunhão com o Pai. O adorador deve se despir de toda vontade própria para morrer em Cristo para servi-Lo em espírito de sacrifícios agradáveis a Deus.
O sacrifício, por sua vez, requer humildade, e muitas vezes se manifesta corporalmente. Segundo Hayford (1995), o sentido básico de proscuneo ou proskyneô, termos que designavam adoração no Novo Testamento grego, corresponde a shawkhaw, o termo hebraico do Antigo Testamento: ambos significam prostrar-se com toda a totalidade de nosso ser ou de nossa existência. Segundo o autor, “o prostrar-se do orgulho e a rendição da vontade humana, que tão facilmente procura afirmar sua própria dignidade às custas da participação humilde na adoração sincera, espiritualmente viva e fisicamente expressa.” (Hayford,1995:147.) Temos um exemplo perfeito na Bíblia: Davi. Ele era um rei, guerreiro e sacerdote e mesmo assim se despiu de todo o orgulho e ainda ensinou Israel a adorar em todos os níveis – com novos cânticos, novos instrumentos, com danças e novas expressões de louvor. Sua humildade de coração provocou uma resposta imediata do Espírito Santo de Deus através da alegria e do júbilo que invadiu toda a Israel. Davi, acima de tudo, era um adorador!
Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor; e estava cingido duma estola sacerdotal de linho. Assim, Davi com todo Israel, fez subir a arca do Senhor, com júbilo, e ao som de trombetas. Assim Davi, com todo o Israel fez subir a arca do Senhor com júbilo , e ao som de trombetas. (II Samuel 6:14-15.)
Assim, o tabernáculo de Davi foi levantado, mas os textos bíblicos nos livros de Reis e Crônicas relatam sobre a dureza de coração do povo eleito, sobre os pecados de idolatria e tantas outras abominações que concorreram ano após ano para a sua queda e destruição. Mas o Senhor é fiel e seus planos são perfeitos. Ele prometeu a restauração daquele tabernáculo:
Naquele dia levantarei o tabernáculo caído de Davi, repararei as suas brechas; e levantando-o das suas ruínas restaurá-lo-ei como fora nos dias da antiguidade. (Amós 9:11.)
Historicamente, o texto bíblico no livro de Reis nos mostra que o templo do Senhor gerado em Davi e levantado por Salomão foi contaminado pelo pecado, tendo como conseqüência a sua destruição e a decadência do povo hebreu na sua relação e intimidade com Deus. Dessa maneira, podemos dizer que depois de Davi e Salomão houve um enrijecimento progressivo da fé, culminando com posicionamentos puramente teológicos, cristalizados por costumes culturais particulares e uma visão de religião, fé e relacionamento com Deus limitados a meras palavras e aparências. No entanto, por causa de Jesus, as promessas de um avivamento sob o derramar do Espírito de Deus em toda a terra constitiuem uma realidade vivida nos dias de hoje.
Creio que a promessa de Deus sobre a restauração do tabernáculo de Davi teve início em Pentecostes na ocasião relatada em Atos. Fico imaginando como foi aquele dia: os discípulos reunidos relembrando os ensinos de Jesus, comentando todos os acontecimentos, os milagres, o túmulo de Jesus vazio, e tantos outros episódios. Estavam ali orando, glorificando e exaltando a Deus até que de repente veio do céu um vento impetuoso que encheu a casa. Línguas como de fogo pousaram sobre todos naquele lugar e eram cheias aquelas pessoas do poder e do toque do Espírito Santo. Pareciam embriagados, e estavam mesmo cheios do Espírito Santo de Deus. Era o consolador, aquele de quem Jesus já lhes havia falado. (Atos 2:1-4.)
É tremendo! A Igreja primitiva cristã experimentou muitos milagres, vivenciou a promessa do cumprir de Deus, no entanto, muitos zombaram e muitos sequer creram naquela realidade profética. Por isso, Pedro, ainda naquele tempo, advertiu-os citando Joel 2:28, que profetizou :
E acontecerá que nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos; até sobre os meus servos e sobre minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias e profetizarão. (Atos 2: 17-18 .)
Até mesmo os discípulos Barnabé, Paulo, Tiago e Simão em suas reflexões, ao analisarem sobre os acontecimentos pós-pentecostes, testificam que todos os acontecimentos eram promessas de Deus para aqueles dias, conferindo, segundo eles, com as palavras dos profetas já escritas:
Cumpridas e estas coisas, voltarei e reclamarei o tabernáculo de Davi, que está caído; e , levantando-o de suas ruínas, restaurá-lo-ei. (Atos 15:16.)
Mas é preciso compreender que essa promessa está relacionada com a restauração do relacionamento e da intimidade do ser humano com Deus. Com o posicionamento de dependência total, de uma relação restaurada entre criatura e criador, da identidade de filhos de Deus, do adorador. Por isso a adoração não é um momento isolado, mas um modo de viver, e nesse contexto Davi, novamente, é um bom exemplo. Se observarmos em Salmos, veremos um adorador de tempo integral, um homem cujo estilo de vida era adorar, honrar e bendizer a Deus.
Outro fato importante é que em Romanos 9:10 essa promessa se estende a todo aquele que confessar com a boca e crer com o coração que Jesus é o Senhor e que Deus o ressuscitou dentre os mortos. Este será salvo, mas observe que essa promessa não se restringe apenas ao povo hebreu:
Então falou Pedro, dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável. (Atos 10 : 34-35.)
Todos nós somos chamados em Jesus, e é nEle e por Ele que temos a chance de fazer parte deste plano maravilhoso: a salvação. E há razão maior para louvá-Lo, adorá-Lo e engrandecer o Seu nome? Na verdade, é um privilégio muito grande para nós!
Por isso é compreensível que as Escrituras nos convoquem a adorar a Deus com louvores, exaltando-O na assembléia do povo (Salmo 107:32.), dando graças na grande congregação, louvando-O no meio da multidão (Salmo 35:18), celebrando com júbilo ao Senhor. Por outro, João 4:24, nos adverte: “Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”.
Enfim, Deus não precisa da nossa adoração. Ele não se admira com nossos talentos, nossa performance ou a obra realizada, muito menos com o que sai da nossa boca. Ele quer a nossa vida, a sua vida. Ele deseja nos curar, nos libertar, nos ensinar, nos amar! Lembre-se: nós não fazemos favor a Deus ou à Igreja; o privilégio é todo nosso!

Louvor e adoração: há diferença?
A Palavra de Deus e a experiência com o Espírito Santo têm me ensinado que há diferença sim. Mas é como se ambos os conceitos, formassem as faces de uma mesma moeda. Observe o esquema que se segue:
LOUVOR & ADORAÇÃO

Conduz à adoração « Conseqüência do louvor
Por causa dos feitos de Deus « Por que Ele é Deus
Nasce da alma « Nasce do Espírito
Emoção « Devoção
Expressão de vida « Estilo de vida
Nos leva aos átrios « Diante do Trono de Deus
Relacionamento « Intimidade
Você honra a Deus « Você ama a Deus

Sob a lente desse raciocínio, podemos dizer que louvamos a Deus pelas bênçãos derramadas em nossas vidas, mas O adoramos “simplesmente” porque Ele é Deus. O louvor nasce do reconhecimento de sua graça, mas a adoração não depende das circunstâncias, pois sabemos em Quem temos crido! O Louvor é uma expressão de honra, gratidão e relacionamento com Deus, mas a adoração é a revelação de intimidade com Ele. Enquanto o louvor nos leva às portas da casa do Pai, a adoração nos coloca no colo dEle. Enfim, para adorar verdadeiramente a Deus precisamos amá-Lo, precisamos estar perdidamente, desesperadamente apaixonados por Ele. E você está?
Assim, em meio às múltiplas maneiras de cultuar e adorar a Deus, há um elemento imprescindível: um amor a Deus sem limites. (Dt 6:4-5 e Mt 22:36-37.). Sem esse “detalhe” o culto se abstém de todo valor e, segundo Shedd (1987), pode até deixar de se caracterizar como um culto a Deus.
As Escrituras nos mostram que somente um coração apaixonado por Deus, é capaz de adorá-Lo, agradá-Lo e amá-Lo em todos os atos e palavras. Tanto no Antigo como no Novo Testamento, o amor sincero no coração do ser humano é o alvo da busca de Deus: “Circuncidai, pois o vosso coração”. (Dt 10:16.)
Evidentemente, para amarmos a Deus, precisamos crer que Ele Se revelou e crer no que Ele é. Sua revelação não se limita a conceitos teológicos, inclui atos que evidenciam Seu amor e longanimidade para com aqueles que têm negligenciado e ignorado as evidências do Seu imenso interesse pela libertação e salvação de suas vidas.
Deus procura uma comunhão através da verdadeira experiência com cada ser humano que experimentou passar da morte para a vida pelo sacrifício de Jesus Cristo na cruz. Assim, o adorador reconhece em Jesus a expressão máxima do sacrifício por amor de sua vida, e do mesmo modo é natural que quem experimenta essa graça descubra uma reciprocidade de amor e gratidão que se transforma em louvor e adoração. Nesse sentido, Jesus nos alerta:
Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viveremos para ele e faremos nele morada. Quem não me ama, não guarda as minhas palavras; a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai que me enviou. (Jo 14 :23.-24.)
Um verdadeiro adorador possui um amor integral que envolve toda a sua existência, requer entendimento e todo esforço que podem implicar desde sentimentos íntimos, até atividades corporais particulares para desenvolver sua capacidade, talento e atitude em atos de amor a Deus. (Lc 10:27.)


Por Isabel Coimbra

Texto extraído na íntegra do livro “Dança: Movimento em Adoração”